“Carimba JC! Carimba que o pecado foi legal!” É assim, que meus amigos reagem quando alguém solta uma piada vil, detestável, cruel, macabra, mórbida e vulgar de humor negro. Plagiando o bordão da dupla esportiva Sílvio Luiz/Godoy, a gente imagina o Todo Poderoso com sua caderneta na mão carimbando mais um selo no cartão-fidelidade do inferno.